terça-feira, 1 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de abril de 2008
As cheias de 1946
A Praça 8 de Maio
A Praça 8 de Maio e a Câmara Muncipal (à direita)
A Igreja de Santa Cruz está intimamente ligada à fundação de Portugal. Nela, que hoje é considerada Panteão Nacional estão os restos mortais de D. Afonso Henriques e de D. Sancho I, os dois primeiros reis de Portugal.
Em Abril de 1946, mais umas cheias atingem a cidade, tendo efeitos catastróficos na igreja, hoje Panteão.
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Tozé Franco
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15:15
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Tema: Coimbra, Estórias curiosas, Tragédias
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Ricardo Araújo Pereira
Não resisti a colocar aqui um video em que, a brincar, Ricardo Araújo Pereira faz um excelente retrato das urgências médicas em algumas zonas do nosso país.
Acreditem que vale a pena ver.
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Tozé Franco
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19:02
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Tema: Tragédias
sábado, 27 de outubro de 2007
Criatividade
Vem isto a propósito da criatividade.
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Tozé Franco
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22:25
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sábado, 26 de maio de 2007
A Tragédia da Praça da República
Integrado no programa das Festas da Rainha Santa desse ano estava o ataque a um fogo, propositadamente ateado a um prédio em esqueleto que fora construído para o efeito na Praça da República.
Para cumprir esses objectivo edificou-se o referido esqueleto com 4 andares (contando o rés-de-chão) ao qual seria ateado fogo que os Bombeiros Municipais combateriam, salvando algumas pessoas que lá estavam.
A Praça encheu-s de gente para ver tal exibição mas algo correu mal.
Às 21.40 horas lançou-se fogo ao prédio com um molho de lenha embevida em petróleo, estando no seu interior 13 pessoas, pertencentes aos bombeiros e pessoal dos serviços de limpeza camarários.
Aconteceu que o fogo alastrou rapidamente e os bombeiros não havia meio de chegarem, tendo começado a ouvir-se gritos dos que estavam no interior da estrutura.
Quando os bombeiros finalmente chegaram pouco havia a fazer, pois a maior parte das pessoas havia-se atirado do cimo do prédio (cerca de 17 metros de altura), morrendo 9 na queda (outro viria a falecer mais tarde). Outros dois morreram carbonizados por não terem tido coragem de saltar. O mais novo tinha 12 anos e chamava-se José Abrunhosa.
E assim ficaram manchadas as festividades da Cidade desse ano, por este trágico episódio em que não foram tomadas as medidas necessárias para se acautelaram as vidas das pessoas envolvidas.
Penso que o caso só não teve outro tipo do consequências pois vivíamos em tempo de ditadura com a comunicação social amordaçada.
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Tozé Franco
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14:24
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