quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Avenida Fernão de Maghalhães

Av. Fernão de Magalhães (Auto-Industrial)

Capela do Senhor do Arnado (demolida para alargar a avenida)

Av Fernão de Magalhães (junto à estação de Coimbra B)
Av. Fernão de Magalhães (Casa do Sal)
Av, Fernão de Magalhães (Escola de S. Bartolomeu)
Av. Fernão de Magalhães (Largo das Ameias antes da demolição dos prédios que se situam à esquerda)
Como forma de descontracção, volto hoje às fotografias antigas de Coimbra. Escolhi, para isso, a Avenida Fernão de Magalhães.
O nome desta avenida foi-lhe atribuído em 1921, como forma de homenagear o navegador português que, ao serviço dos reis de Castela, circum-navegou o mundo.
É uma extensa avenida que se estende, actualmente, desde o Largo das Ameias até à Estação de Caminhos-de-ferro de Coimbra B (Estação Velha).
Durante muitos anos, funcionou como Estrada Nacional n.º1, tendo obrigado, para a sua abertura, à demolição de inúmeras construções ao longo dos terrenos que viria a ocupar, entre os quais a Capela do Senhor do Arnado, em 1936.
Em 1943, inicia-se o seu alargameto até à Casa do Sal, local que deve o seu nome à existência de armazéns onde era armazenado o sal que vinha da Figueira da Foz.
Em 1954, a Avenida chega finalmente à zona da Estação Velha ficando com a extensão actual.

6 comentários:

EDUARDO POISL disse...

Que coisa mais lindas estas fotos !!!

"... E de novo acredito que nada do que é
importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas,
dos instantes e dos outros.
Comigo caminham todos os mortos que amei,
todos os amigos que se afastaram,
todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada,
apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares

Abraços com todo meu carinho.
Um lindo final de semana com muito amor e carinho

as-nunes disse...

Olá Tozé

Digamos que não conheço Coimbra como as minhas mãos. Mas também sinto como muitos outros, a sua alma. A alma Coimbrã é imensa e eterna.
Também subscrevo as palavras do Miguel de Sousa Tavares referidas pelo comentador que me antecedeu. De facto, tudo o que já fez parte dos locais e das pessoas que já são do passado desaparecido fisicamente, continua a fazer parte da nossa vida. Nós somos o elo que dá continuidade aos lugares e às emoções do momento.
Por isso é que deveríamos ser muito mais perseverantes na preservação das nossas memórias.
Como acontece com este belo post.

Um grande abraço
António

Nuno disse...

A 5ª fotografia (ou a penúltima) mostra a avenida em terra batida (lama)? Nessa altura ainda não havia alcatrão?

Abraço,
Nuno.

Tozé Franco disse...

Caro Nuno.
A fotografia em questão mostra as obras de alargamento da avenida, ocorridas em 1954 e que permitiram que a mesma chegassse até à Estação Nova. Pelo caminho algumas casas foram abaixo.
Um abraço.

tulipa disse...

Olá TóZé
Parece que já cá não vinha há uma eternidade. Andei um pouco atrás e gostei de ler o "Desabafo".
AH...como te entendo.
Por vezes também me dá vontade de desabafar e "partir tudo", foi o que ontem fiz num post com o título "Através de".

No próximo sábado - dia 5 de Dezembro vou receber o meu primeiro prémio na área da escrita – uma menção honrosa por um poema que participei num livro colectivo.

Descubra-me através das respostas que dei a um desafio que me foi proposto: qual a minha mania, o meu pecado capital, o melhor cheiro do Mundo para mim, uma história de infância, enfim, um sem número de situações que aconteceram na minha vida.

Até uma melhor oportunidade, deambulei por PARIS e já estou de volta, mostrando um pouco do que por lá vi e passeei.
As fotos não são as melhores porque a cor do céu não ajudou muito, quase sempre nublado, mas o mais importante é que não apanhei chuva.

Beijinhos.

Antona disse...

Espectaculares imagenes,me gustan mucho antiguas y blanco y negro

um abraÇo