sábado, 12 de março de 2011

De partida...




"Este é o Rufi.
Tem quase treze anos e, desde que chegou, revelou-se uma companhia imprescindível.
Garanto-vos que é tão simpático como parece pelas fotografias.
Aliás, por aquilo que, muitas vezes, vemos neste mundo que nos rodeia, apetece, cada vez mais, dizer algo como: Quanto mais conheço os homens mais gosto do meu cão."

Este texto foi escrito em Agosto de 2007.
Agora, passados 4 anos e quando estava prestes a completar 16, resolveu deixar a nossa companhia.
A casa, já vazia, ficou-o ainda mais.
As lambidelas, as suas ressonadelas, o gostar de nós incondicionalmente fazem, agora, parte das nossas memórias.

4 comentários:

tulipa disse...

OLÁ AMIGO
Será por causa dessas saudades que tanto doem, que não quero ter animais?
Tenho 2 tartarugas que eram dos meus netos e...ficaram cá em casa.
Mas, é verdade que nos agarramos aos animais.

No passado dia 6 de Março de 2011 realizou-se mais uma Actividade d'A Natureza ensina!

Conhecer a Mata da Machada!

Durante toda a manhã visitámos a Mata Nacional da Machada.

"Designa-se hoje Mata Nacional da Machada, a propriedade constituída pelo antigo Pinhal de Vale de Zebro e pela Quinta da Machada.

A Quinta da Machada pertencia ao “Convento de Nossa Senhora da Luz da Ordem de Cristo”, porém quando foram extintas as Ordens Religiosas em 1834 foi adquirida por um particular, sendo mais tarde aforada ao Estado que a anexou ao Pinhal de Vale de Zebro.

Encontra-se situada no centro da Península de Setúbal, entre as povoações de Coina, Palhais e Santo António da Charneca.

Sujeita a Regime Florestal esta Mata encontra-se hoje, sob a gestão da Direcção Regional de Agricultura do Ribatejo e Oeste e ocupa uma área com cerca de 385,7 hectares.
Sendo a única área florestal de razoável dimensão do Concelho, a Mata é considerada o “Pulmão da Cidade” e um local privilegiado para actividades de recreio e lazer, dispõe de um parque de merendas e diversos fontanários, para além de um Centro de Educação Ambiental e de uma rede de estradas e caminhos frequentemente utilizados para práticas desportivas, permitindo à população uma melhor qualidade de vida."

Carla Resende disse...

Um beijinho para a família que fica assim mais pobre...

as-nunes disse...

Faz-me lembrar a minha "Lala".
No lugar onde a sepultámos, no nosso jardim, floresce hoje uma linmda roseira de "Santa Teresinha".

É assim a vida. Um circuito contínuo...sem princípio nem fim?!...

Um abraço, Tozé

Sir Gio disse...

É sempre lamentável perder um amigo destes. Nunca haverá outro igual mesmo que se tenha outro da mesma raça.

Um abraço