sábado, 29 de novembro de 2008

Mérida: a visita do 10.º C.

Apesar do esforço valeu a pena: pela visita e pela forma como decorreu.
A saída, às 5 da manhã, começou com o aquecimento, numa madrugada geladíssima, visto que uma das carrinhas não pegava, pois ficara sem bateria.
A chegada a Mérida aconteceu pelas 11 horas locais depois de uns enjoos. Nada que não fosse ultrapassável
O Museu mereceu uma visita atenta e interessada que nos levou quase 2 horas. Após isso dirigimo-nos para o Anfiteatro e para o Teatro. Morte e arte lado a lado. O 1.º, com cerca de 15 mil lugares, impressionou-nos pelo seu estdo de conservação bastante razoável, mas também por imaginarmos as pessoas que ali morreram, lutando ou sacrificadas, para gáudio de quem assistia.
O Teatro, muito bem conservado, e onde, ainda hoje, têm lugar festivais de teatro, maravilhou-nos pelo facto de estar tão bem conservado. Estavam a decorrer escavações no espaço ocupado pela Cena, tendo os trabalhos sido interrompidos, para escutar uma aluna nossa que nos brindou com uma belíssima interpretação de um Ave Maria, que nos permitiu apreciar a magnífica acústica do espaço (para além da sua magnífica voz).
Após o almoço, num jardim local (que frio!), visitámos a imponente Ponte Romana com os seus quase 800 metros de comprimento e, depois, o Circo, que percorremos demoradamente e, onde tentámos imaginar as corridas de bigas e quadrigas que aí tinham lugar.
Regressados às carrinhas, iniciámos o regresso, com uma paragem em Badajoz para reconfortar o estômago, antes do percurso final feito debaixo de uma tremenda tempestade. Chegámos 17 horas depois de termos partido à aventura.
Uma palavra para o grupo e para o seu comportamento: excepcional.

14 comentários:

Sei que existes disse...

Já lá estive por duas vezes e adorei! Gostei de a rever pelas tuas fotos.
Beijocas grandes

aminhapele disse...

Mais uma grande lição.
Obrigado,Tozé.
Não há "azares" que impeçam o êxito destas aulas.
Um abraço.

Gata Verde disse...

Já tive o prazer de conhecer esta cidade num dia tórrido de Julho!
É linda e os monumentos estão muito bem conservados.

beijocas

al cardoso disse...

Ora ai esta uma cidade que muito nos diz, embora esteja no pais vizinho.
Ou nao tivesse sido ela a capital da "Lusitania" romana.

Um abraco dalgodrense.

Carlos Ponte disse...

Concordo inteiramente. De qualquer modo aquilo visto pelos alhos de especialista é outra coisa. Os pormenores passam-nos, aos leigos, despercebidos.
Um abraço.

Carlos Ponte disse...

Concordo inteiramente. De qualquer modo aquilo visto pelos alhos de especialista é outra coisa. Os pormenores passam-nos, aos leigos, despercebidos.
Um abraço.

Carlos Ponte disse...

Gostei do post mas, mesmo assim, ia deixar apenas um comentário. deve ser do frio.

Tozé Franco disse...

Olá sei Que Existes.
A cidae vale a pena pelos vestígios romanos. E já agora pelas tapas.
Um abraço.

Tozé Franco disse...

Olá Aminhapele.
Foi gratificante ouvir as palavras dos alunos na aula tida depois da visita. São estes momentos que me dão força.
Um abraço.

Tozé Franco disse...

Olá Al.
Mérida era a capital de uma das 3 províncias da Hispânia, neste caso da Lusitânia.
Será que também por lá há Lusitanos puros (não estou a falar de cavalos!) ou é só nas nossas recônditas aldeias da Beira Interior?
Um abraço.

Tozé Franco disse...

Olá Gata Verde.
Já lá fui 4 vezes e já penso na próxima.
Um abraço.

Tozé Franco disse...

Olá Carlos.
Fazer a visita com alguém qur nos faça viver o que vemos é completamnet diferente.
Um abraço.

Tozé Franco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
morenocris disse...

caramba,que lindo. Tozé, estou só com o morenocris.blogspot.com

beijos.
boa semana.