domingo, 8 de junho de 2008

Foi bonita a Festa, pá! (3)

O CEF na montagem da Festa. 5*****

O Torneio de Xadrez
O artesanato

O artesanato do Sr. João

A Feira (panorâmica parcial)
O Slide (eu próprio)
Termino, hoje, a postagem sobre a Festa da Família.
Das muitas centenas de fotografias, escolhi estas, mas bem que poderiam ter sido outras.
A todos os que tornaram esta festa possível o meu muito obrigado.
Bem hajam


terça-feira, 3 de junho de 2008

Foi bonita a Festa, pá (2)

Aqui vos deixo algumas fotografias da Festa da Família.
Acreditem que foi tudo feito com prata da casa, com antigos alunos e alguns amigos.

A noite de fados

Feira: animação de rua

Espectáculo de Solidariedade: Banda Eve
Espectáculo de Solidadariedade: Pe. João Paulo Vaz
Espectáculo de Solidariedade: Grupo de Dança
Espectáculo de Solidariedade: Assistência
Torneio de Voleibol (havia mais jogos no Pavilhão)
Final do Clube dos Talentos: a Haka
Clube dos Talentos: Chico Fininho e coro

Clube dos Talentos: a assistência

O Arraial: A nossa Tina Turner

A Ilha

No próximo post colocarei mais algumas imagens.

domingo, 1 de junho de 2008

Foi bonita a Festa, pá!

Os "Ai que vida"
A Banda Eve
O Pe. João Paulo Vaz
A Turma do 9.º D e a participação de Chico Fininho
O 6.ºB
A "nossa" Tina Turner
O final de Sábado à noite
Hoje, lembrei-me de Tanto Mar de Chico Buarque. A música começa com o verso que usei para título deste post.
No momento em que escrevo este texto, a Festa ja terminou, com a entrega dos prémios relativos ao Torneio de Andebol.
Foram três dias em cheio.
Sexta-feira, com a noite de fados e um destaque muito especial para os "Ai que vida" que nos mantiveram na sala de teatro, até depois da 1 da manhã. Uma referência especial para os antigos alunos que, estando agora na Escola de Hotelaria, fizeram questão de garantir o serviço de mesa. Há laços que nunca se perdem.
No Sábado aconteceu de tudo: paintball, slide, rapel, espectáculos variados, comes e bebes, artesanato, concurso de pesca, final do Clube dos Talentos, arraial popular, porco no espeto, etc, etc, etc. Partciparam nas actividades centenas de pessoas, entre alunos, familiares, amigos, funcionários docentes e não docentes, alunos de outras escolas, etc. A todos, o meu muito obrigado pela alegria que transmitiram à festa. Todos contribuiram para fazer desta a melhor Festa da Famíla, e acreditem que já houve mais de trinta!
No Domingo, tiveram lugar o Torneio de Andebol e a Eucaristia da Festa da Família onde decorreu a entrega dos diplomas dos alunos que se distinguiram nas várias vertentes da vida escolar: Área de Projecto, Companheirismo, Expressão Escrita, Música, Educação Visual e Tecnólgica, Desporto e Pastoral.
Não posso acabar sem deixar uma palavra de apreço muito especial para todos os que tornaram isto possível, distinguindo, de uma maneira muito especial, o Staff: Ana Cristina, Ana Vicente, Maria João, Miguel Robalo, João Xavier e Sérgio Carvalho.
Bem hajam por terem tornado esta Festa possível.
PS: As fotografias foram tiradas com o meu telemóvel. Um dia desta semana posto aqui uma reportagem fotográfica a sério.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Festa da Família 2008


Programa:


30 de Maio:
  • Tasco'Fado
31 de Maio:
  • Dadores de sangue;
  • Torneios desportivos: Voleibol, Xadrez e Pesca Desportiva;
  • Feira Imaculada;
  • Zona Radical;
  • Área infantil;
  • Praça da Alimentação;
  • Jogos Tradicionais;
  • Danças Tradicionais;
  • Animação de Rua;
  • Espectáculos: Solidariedade (vai lá estar a Banda Eve), Orquestra Orff, Grupo de Cavaquinhos, Pe. João Paulo Vaz, Final do Clube dos Talentos;
  • Arraial da Conceição (pela noite dentro);
  • Porco no Espeto;
  • Espectáculo Pirotécnico.

1 de Junho:

  • Torneio de Andebol;
  • Eucaristia.

Eis o meu programa para este fim de semana.

Assim o tempo ajude, pois o programa é muito bom.

terça-feira, 27 de maio de 2008

IV Mostra de Teatro Escolar





Está a decorrer por este dias, no Museu dos Transportes de Coimbra, a IV Mostra de Teatro Escolar, numa organização da Escola Secundária Jaime Cortesão e Centro de Formação Ágora.
O Clube de Teartro do Caic apresenta um história já com alguns anos. Os alunos que actualmente o compõem, foram, na sua grande maioria, pertencentes às minha direcções de turma do 2.º ciclo onde, na àrea de Projecto, desenvolveram trabalhos relacionados com a representação teatral, de que já aqui vos dei conta.
Actualmente, sob o comando da Professora Carla Lapa, o grupo segue de vento em popa, tendo tido a sua estreia fora do Colégio, na IV Mostra de Teatro Escolar. A Peça escolhida foi uma a daptação do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente.
Esta peça, de acto único, está subdividida em várias cenas marcadas pelos diálogos que o Anjo ou o Diabo travam com várias personagens. O cenário é um ancoradouro no qual estão atracadas duas barcas. Todos os mortos têm de passar por esta paragem, sendo julgados e condenados ou à barca da Glória ou à braca do Inferno. Cada personagem apresenta, através da fala, traços que denunciam a sua condição social. Destaque deve ser dado à figura do Diabo, personagem vigorosa, que conhece a arte de persuadir, é ágil no ataque, cabendo-lhe denunciar os vícios e as fraquezas, sendo a personagem mais importante na crítica que Gil Vicente tece à sua época.
Para o ano, parece que vai ser ensaiado um musical. Acho que também vou fazer uma perninha para recordar anos passados.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Parque Manuel Braga


Se pudessemos recuar no tempo e aterrássemos no local onde hoje fica o Parque Manuel Braga, ficaríamos surpreendidos com o que encontraríamos. Noutros tempos tudo era diferente. Vejamos:

Em 1888, a Câmara Municipal comprou, por 11.000$00 réis, a então chamada Ínsua dos Bentos.

No início do século XX o local servia para corridas de cavalos.


Em 1923, foi criado o Parque Dr. Manuel Braga, que funcionou como uma espécie de passeio público para os conimbricenses, onde era possível ouvir música, tocada pelas banda filarmónicas que actuavam no coreto ainda hoje aí existente.

Na década de 30, a parte nascente do parque (a mais afastada da Portagem) foi transformada em campo de futebol, servindo mais tarde para aumentar o tamanho do Parque.

Foi também no Parque que, durante muitos anos, tiveram lugar as noites da Queima das Fitas, antes do aparecimento do chamado Queimódromo no Parque da Canção (Choupalinho). Aí festejei as noites das minhas Queimas.

Ao fundo, num local onde existia um laranjal, ciou-se, hámpoucos anos, um parque de estacionamento e, junto ao rio, as chamadas Docas.

Como estão diferentes os tempos e as paisagens...

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Nada como a sabedoria profunda...

Recebi esta por mail e não resisto a partilhá-la convosco.
"Ao kuidado da Sôtoura que manda nextas koisas.

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducassão estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os çetores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os lesiades', q é um livro xato pra caraças e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?"

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Edifíco sede da Caixa Geral de Depósitos

No ponto de encontro da rua da Sofia com a Olímpio Nicolau Fernandes desde há muito (para mim desde sempre!) nos habituámos a ver o edifício da Sede da Caixa Geral de Depósitos, de Coimbra.
Este edifício, no entanto, data de 1948, tendo para aí transitado a referida instituição bancária que, até essa data, estava instalada na Praça Velha.

Antes do edífício que conhecemos, num estilo tão típico da arquitectura do Estado Novo, existia aí um outro onde estava instalada a Sociedade de Defesa e Propaganda de Coimbra que tinha como objectivo a defesa do património paisagístico, cultural e arquitectónico da cidade. (placa visível do lado esquerdo de edifício)
Também nesse prédio funcionava a delegação da União Nacional (placa do lado direito), que, como sabemos, foi fundada por Salazar em 1930 e levou à proibição de todos os outros partidos políticos, instituindo em Portugal um regime de Partido Único.
Alguns, com toda a certeza mais esquecidos, teimam em querer reabilitar essa personagem da nossa História.

domingo, 4 de maio de 2008

Queima das Fitas

Centenário da Sebenta (1899)
Enterro de Grau 1905)
Queima das Fitas (Ao fundo vê-se a Torre. À direita fica, actualmente, a Faculdade de Medicina)
Queima do Grelo no antigo Largo da Feira
A cantar junto à estátua do Papa (estudantes de Desporto)
Carro de Economia (Inferno Cambial). Está lá a minha "piquena".
Os primórdios da Queima das Fitas vamos encontrá-los no século XIX, pois entre 1880 e 1898 tem lugar a celebração de alguns centenários. Essas celebrações atingem o auge em 1899 com a celebração do Centenário da Sebenta (1.ª fotografia).
Em 1901, os alunos do 4.º ano de Direito organizam um cortejo que, dois anos depois, ganharia outro fôlego, com a realização não de um, mas de dois cortejos (um de Direito e outro de Medicina).
Em 1905 tem lugar a comemoração do Enterro do Grau (2.ª fotografia).
Depois de alguns interregnos, avançamos até 1919, ano em que a Queima das Fitas passou a reunir os finalistas de todas as faculdades, passando o dia do cortejo a ser feriado académico e a marcar a subida de grau na hierarquia da academia definida pelo Código da Praxe.
Em 1969, tudo se altera quando é decretado o luto académico, como forma de protesto contra o regime, levando ao cancelamento da Queima.
Foi já comigo na Faculdade que a Queima regressou em 1980. Causou ainda grandes divisões entre estudantes. Do meu curso, que tinha cerca de 150 alunos, apenas cerca de 25 participámos no Cortejo.
No entanto, pouco a pouco, a adesão foi subindo e hoje é residual o número de alunos que não participa na Queima.
Pena que o álcool se tenha tornado a obsessão da Queima.
Felizmente há excepções, havendo quem aproveite todos os momentos até ao fim, coisa que me parece ser difícil de acontecer no meio de uma lavagem ao estômago ou durante um coma alcoólico.
Hoje foi dia de festa pois, 15 anos depois da minha última Queima, tive o prazer de ver a minha filha num dos carros de Economia. Pena ser vermelho e branco, cores que, como sabemos, não dão saúde a ninguém.