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domingo, 1 de agosto de 2010

Vou ali, já venho...

Motivos de força maior fazem com que tenha de me ausentar por uns tempos.

Espero voltar, lá mais para diante, com outras forças e outra motivação.
Façam-me o favor de serem felizes e boas férias para todos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Pacific Deam

De 9 a 16 de Agosto foi aqui que vivi.
Além de 7 dias a separar estas datas, separam-nas ainda 4 quilos a mais.
Estas são das fotos da minha semana de férias bordo do Pacific Dream.
A primeira vista do barco

A piscina

O adeus ao Tejo

Os macacos de Gibraltar
O Rick's Caffe (de filme Casablanca)
A Mesquita de Casablanca (a 2.ª maior do mundo)
As especiarias no Souk berbere de Agadir
As vvinhas deLanzarote
Paria e lagoa de Lanzarota (o verde deve-se a umas algas e não a poluição)
O churrasco feito numa furna
O Funchal à chegada
As lapas grelhadas
As espetadas no festa do Monte (cada um assa a sua)
O Funchal à partida
A fruta no barco
Pedaço de vitela, no restaurante do barco
Mesa com presunto e outros enchidos

A animação no Pacific Dream (Chicago)

Mais duas ou três ideias:
A comida, a tripulação e a animação no barco foram muito boas.

O tudo incluído torna as férias baratas, embora tenha o problema da linha (eu engordei 4Kg).

As visitas organizadas em Marrocos, na minha opinião, não valem a pena. Os guias apenas nos querem levar para determinadas lojas onde têm comissão. O mais intereesante fica de fora. Por isso mais vale negociar com umtaxista e visitar por nossa conta.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Niagara Falls

Um dos lugares mais espectaculares que já visitei, foram as Cataratas de Niagara, no Ontário, Canadá.
Estive 12 dias nesse país da América do Norte, em Kitchener, a cerca de 120 Km de Toronto, ou como diziam os amigos que me receberam, nos arredores de Toronto.
Cerca de 5000 Km depois, fiquei a conhecer apenas uma pequena parte desse imenso país que me impressionou, ao ponto de me levar a afirmar que se tivesse de sair de Portugal (às vezes dá-me cá uma gana!) era para aí que iria. As paisagens, a simpatia e o civismo das pessoas, a limpeza de todos os locais vistados, tudo me deixou impressionado.
Certo dia, depois de um piquenique (que parece ser um desporto nacional), fomos até Niagara Falls.
Primeira surpresa: as cataratas ficam no meio de duas cidades, uma canadiana cheia de vida, e uma norte-americana que mais parecia uma cidade fantasma.
Segunda surpresa: o tamanho das cataratas e a forças das águas que, em tempos idos, alguns acreditavam ser possível descer dentro de um barril.
Terceira surpresa: fomos até aos EUA, a pé, pela ponte que se vê na imagem. Estivemos retidos mais de 1 hora na fronteira para entrarmos nos States. Só o conseguimos depois de pagar 6 dólares cada um e de responder a um inquérito onde nos era perguntado se já havíamos sido acusados de terrorismo, de pedofilia e outras pérolas do género (isto cerca de 3 semanas antes dos atentados). Se os terroristas também foram questionados sobre o mesmo, já estou a imaginar as respostas dadas. Do lado de lá, nada. Parecia uma cidade fantasma. Nem meia hora lá estivemos, mas já posso afirmar que estive nos EUA.
Estas memórias ocorreram-me depois de ter recebido umas fotos onde se vê a água das cataratas congelada. Não pensei ser possível, mas as fotografias aí estão para o provar.
Se um dia tiverem oportunidade não hesitem: vão ao Canadá. Verão que não se arrependem.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Roteiro de viagem - 9.º dia ( Bilbao - Coimbra)


Último dia. A manhã começou com uma visita ao Museu Guggenhein que, dez anos após sua inauguração, permanece, ainda, no topo da lista de obras de vanguarda, não apenas pelo seu desenho de curvas sinuosas e assimétricas, envolvidas por placas de titânio, como pela tecnologia utilizada na construção. Os volumes interpostos, com inclinações positivas e negativas, tornaram-se objecto de estudos de engenheiros de estruturas metálicas, devido à sua complexa geometria.

Os admiradores comparam o museu a um barco com as velas enfunadas (lembrando a antiga vocação de construção de navios de Bilbao) e a uma nave espacial de Alfa Centauro (destacando a aparência futurista do museu, o que é apropriado para suas colecções de arte contemporânea). Para um escritor espanhol, o brilho e a luz do titânio fazem dele um "meteorito".

Os críticos, no entanto, descrevem o museu como uma couve-flor ou um grande suflê.

Independentemente destas opiniões, acho que vale a pena uma visita a Bilbao pois, para além da beleza da região, este é mais um factor de atracção.

Quanto às obras expostas, e das quais deixo algumas fotografias tiradas antes de me terem enfiado a máquina fotográfica num saco de plástico hermeticamente fechado, deixo-as ao vosso critério.

Reconheço que tenho algumas limitações no que diz respeito a apreciar a qualidade de algumas obras contemporâneas, no entanto, reconheço que gostei de algumas e que o edifíco me deixou fascinado.

Acabada a visita, partimos para as Tapas, num lugar perto do museu. Comemos bem e barato. Da parte da tarde iniciámos o regresso a casa, com paragens em Burgos, onde visitámos a Catedral (carota a entrada) e a zona antiga da cidade.

Chegados a Salamanca, pela hora de jantar, lá tivemos que ir ao inevitável Pateo Chico para, mais uma vez, tapear uns chopitos, uma costilla, uns pimentitos de Pádron, etc, etc. De comer e chorar por mais.

Depois da inevitável passagem pela Plaza Mayor, onde duas Tunas académicas cantavam à desgarrada animando as esplanadas, lá regressámos a Portugal.

Para o ano, espero eu, haverá mais.

domingo, 2 de novembro de 2008

Roteiro de viagem - 8.º dia (Angers - Bilbao)

Angers (casa medieval)

Basílica de S. Inácio (Loyola)

Casa de S. Inácio
Bordéus

Bilbao (ponte de Zubizuri)

Pela manhã, nada melhor que dar uma pequena volta pela cidade de Angers, situada no departamento do Val de Loire inscrita, pela UNESCO, no Património Mundial da humanidade. Angers é a capital da região da região de Anjou.
Cerca das 10 horas, partimos para Bordéus, onde chegámos cerca das 2 da tarde, para almoçar.Após o repasto, e feitas umas compras, destacando uma garrafas de o,75 litros de cerveja trapista. A úlima garrafa finou-se, ontem à hora de almoço, na companhia de um sarrabulho cozinhado elo meu pai.
Ainda tentámos dar uma volta pelo cidade o que se revelou impossível dado o omumental engarrafamento que encontrámos.
Decidimos então partir para Espanha, a caminho de Bilbao.
Pelo caminho, parámos em Loyola, terra de S. Inácio, fundador da Companhia de Jesus, onde visitámos a Basílica que lhe foi dedicada.
A chegada a Bilbao ocorreu, já de noite, debaixo de um tremendo temporal. Quando este aminou, fomos conhecer um pouca da "movida" basca.
Ao contrário de França, as ruas estavam cheias de gente e foi possível comer (e bem) cerca das 11 da noite, em plena zona antiga da cidade.
Tão perto de França e tão diferente.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Roteiro de Viagem - 7.º dia (Tours - Angers)

De volta a França, eis-nos a partir para o 7.º dia de viagem.
O dia começou com uma pequena volta por Tours, de manhã, antes de rumarmos a Villandry.

Aqui esperava-nos um magnífico castelo rodeado do maior e mais bonito jardim que já visitei: o Château de Villandry (9 euros para visitar o castelo e os jardins)
As terras onde foi erguido o Château eram conhecidas como Colombier até ao século XVII. Os jardins do castelo são perfeitas obras primas de arquitectura geométrica, constituídos por arbustos e produtos hortícolas, como alfaces, couves, alhos e ervas de cheiros.
A sua recuperação deve-se a um médico espanhol, de nome Carvallo, que o adquiriu em 1906, qiuando estava para ser demolido. Acabou por abandonar a sua carreira para se dedicar à recuperação do castelo e dos seus jardins. Acho que valeu a pena.

Partimos, depois, para Azay-le-Rideau, onde almoçámos umas moules com molho de natas e cogumelos de se lhes tirar o chapéu.
Satisfeito o estômago, visitámos o castelo, mesmo ali ao lado, construído sobre o rio Indre, entre os séculos XII e XV. Este monumento (entrada a 7,5€) começou por ser um forte e foi somente no reinado de Francisco I, com o renascimento que, entre 1518 e 1527, o actual edifício foi construído por Gilles Berthelot, tesoureiro de França e Prefeito de Tours.
Merecem realce a escadaria em madeira, a mobília da renascença e o reflexo do castelo no lago em formato de meia-lua que fica à sua frente.

De seguida, e antes do final do dia, fomos ainda ao castelo de Ussé que inspirou o conto de fadas “A Bela Adormecida”. Este castelo particular tem uma bela capela exterior e umas caves onde era guardado o vinho aí produzido. De referir que o castelo apresenta, por iniciativa dos donos, exposições temáticas. A exposta era sobre a moda dos anos 20, havendo manequins, por todo o castelo, com roupa dessa época.

Acabada a visita, seguimos para Angers, onde chegámos já de noite. Acabámos a "jantar" num Quick, uma espécie de McDonald's em versão francesa.