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terça-feira, 24 de outubro de 2006

Hidranjas

Quero começar por pedir desculpa por recuperar, em parte, alguns dos primeiros posts que escrevi. Posso dar-vos duas justificações: a primeira é que continuo sem o meu computador e, portanto, sem acesso às fotos e aos textos que tinha alinhavados (espero bem que não me formatem o disco!). O segundo motivo deve-se ao facto de que quando escrevi alguns destes textos, o blogue estar ainda na clandestinidade.
Assim estou a torná-los agora mais acessíveis para todos (G'anda desculpa para a falta de produção! Esta arte da desculpa aprende-se em Portugal).
Bem, para dizer a verdade, isto é um espécie de BEST OF... Histórias e Sabores.

E o tema de hoje é.....
Hortênsias, hidrângeas ou hidranjas.
Qualquer um destes nomes serve para designar a bonita flor que está na fotografia.
Esta foto foi tirada perto da Lagoa das Sete Cidades, na ilha de S. Miguel.
Sem sombra de dúvida, os Açores são uma dádiva da Natureza, felizmente ainda longe do turismo de massas que já encontramos na Madeira.
Voltando à hortênsia, esta foi a flor escolhida por D. Pedro, quando regressado do Brasil, passou pelos Açores, antes de desembarcar na praia de Pampelido/Mindelo. Daqui partiu para a Invicta cidade do Porto, iniciando-se a Guerra Civil entre liberais, por ele liderados, e absolutistas liderados pelo seu irmão D. Miguel, que havia restaurado o absolutismo em Portugal, em 1828.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Furnas/Açores

Ontem falei dos Açores a propósito de D.Pedro e das hortênsias.
Hoje aqui fica mais uma viagem e o primeiro "sabor" para partilhar convosco.
Em meados do século XIV já existiam cartas geográficas que indicavam a existência de algumas ilhas dos Açores. Quanto à ilha de S. Miguel, a maior de todo o arquipélago e a mais povoada (tem tanta população como as outras oito ilhas juntas), supõe-se que tenha sido descoberta entre 1426 e 1439. Sabe-se, que em 1439 teve início o seu povoamento, efectuado por portugueses oriundos da Estremadura, Algarve, Alto Alentejo e alguns estrangeiros, especialmente flamengos.
É neste pedaço de paraíso (a hora e meia de viagem de Ponta Delgada) que fica o Vale das Furnas, com as suas fumarolas (caldeiras) de água quente, lamas e águas medicinais, que é atravessado por duas ribeiras, sendo uma delas de água quente (é óptima para mergulhar os pés). Possui mais de vinte nascentes termais, o que a torna uma das maiores hidrópoles do mundo. Junto à Lagoa das Furnas, podemos visitar a ermida de Nossa Senhora das Vitórias e a zona onde se confecciona o "Cozido nas Caldeiras", aproveitando o calor da terra. Entre as 12 e as 15 horas, é natural assistir ao "desterrar" do cozido (demora cerca de 6 horas a cozer).
Para o comer, sugiro o restaurante Miroma (no centro da vila das Furnas), onde se pode provar essa iguaria que tem algumas semelhanças com o Cozido à Portuguesa (com tudo o que este leva mais batata doce e inhâme), mas com um sabor mais característico e muito agradável.
Garanto-vos que vale a pena experimentar.
Na imagem podem ver o rei de Espanha e o Dr. Jorge Sampaio a ver o "desterrar" do cozido, no dia em que eu lá estive.
Já agora provem também uma espiga de milho cozida na água das furnas.
Se outros motivos não houvesse, este seria já um bom pretexto para ir aos Açores.

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Hortênsias


Hortênsias, hidrângeas ou hidranjas.
Qualquer um destes nomes serve para designar a bonita flor que está na fotografia.
Esta foto foi tirada perto da Lagoa das Sete Cidades, na ilha de S. Miguel.
Sem sombra de dúvida, os Açores são uma dádiva da Natureza, felizmente ainda longe do turismo de massas que já encontramos na Madeira.
Voltando à hortênsia, esta foi a flor escolhida por D. Pedro, quando regressado do Brasil, passou pelos Açores, antes de desembarcar na praia de Pampelido/Mindelo. Daqui partiu para a Invicta cidade do Porto, iniciando-se a Guerra Civil entre liberais, por ele liderados, e absolutistas liderados pelo seu irmão D. Miguel, que havia restaurado o absolutismo em Portugal, em 1828.